sábado, 23 de junho de 2012

Colégio QI – Intermares Professora: Luana Cunha Série: 2º ano




Trabalho de Filosofia Contrato Social para: Locke/Hobbes/Rousseau

Bárbara Falqueto Kalynne Praxedes Raquel Coutinho



  Introdução
Para Thomas Hobbes, o estado de natureza era aquele sem regras, leis, e assim, as pessoas viveriam em liberdade, mais não seria uma liberdade total, pois assim, as pessoas ficariam tramando entre elas, trapaceando entre si, e assim gerando medos, e guerras, e para por o fim em tudo isso foi preciso criar um contrato social para que pudessem viver em sociedade. Um dos principais teóricos do contrato social é John Locke, médico, inglês, ideólogo do liberalismo, se dedicou a teoria do conhecimento, acredita que o homem nasce sem conhecimento e adquire conhecimento ao longo do tempo. Grande crítico do absolutismo e defendia uma política que fosse horizontal, desta forma, suas idéias influenciaram o iluminismo, a revolução francesa e outros. Jean-Jacques Rousseau faz parte dos três principais filósofos contratualistas. E foi um importante organizador da sociedade civil dos dias atuais. Acreditava no estado de natureza do homem (homens livres, movidos pelo amor de si e pela compaixão) como uma hipótese, mas via a ruindade do homem começar pela propriedade privada.


Contrato Social: Thomas Hobbes
Thomas Hobbes foi um matemático, teórico político, e filósofo inglês, autor de Leviatã (1651) e Do cidadão (1651). Na obra Leviatã, explanou os seus pontos de vista sobre a natureza humana e sobre a necessidade de governos e sociedades. No estado natural, enquanto que alguns homens possam ser mais fortes ou mais inteligentes do que outros, nenhum se ergue tão acima dos demais por forma a estar além do medo de que outro homem lhe possa fazer mal. Por isso, cada um de nós tem direito a tudo, e uma vez que todas as coisas são escassas, existe uma constante guerra de todos contra todos. No entanto, os homens têm um desejo, que é também em interesse próprio, de acabar com a guerra, e por isso formam sociedades entrando num contrato social.
De acordo com Hobbes, tal sociedade necessita de uma autoridade à qual todos os membros devem render o suficiente da sua liberdade natural, por forma a que a autoridade possa assegurar a paz interna e a defesa comum. Este soberano quer seja um monarca ou uma assembléia (que pode até mesmo ser composta de todos, caso em que seria uma democracia), deveria ser o Leviatã, uma autoridade inquestionável. A teoria política do Leviatã mantém no essencial as idéias de suas duas obras anteriores, Os elementos da lei e Do cidadão (em que tratou a questão das relações entre Igreja e Estado).
Thomas Hobbes defendia a idéia segundo a qual os homens só podem viver em paz se concordarem em submeter-se a um poder absoluto e centralizado. Para ele, a Igreja cristã e o Estado cristão formavam um mesmo corpo, encabeçado pelo monarca, que teria o direito de interpretar as Escrituras, decidir questões religiosas e presidir o culto. Neste sentido, critica a livre-interpretação da Bíblia na Reforma Protestante por, de certa forma, enfraquecer o monarca. Sua filosofia política foi analisada pelo cientista político Richard Tuck como uma resposta para os problemas que o método cartesiano introduziu para a filosofia moral. Hobbes argumenta que só podemos conhecer algo do mundo exterior a partir das impressões sensoriais que temos dele ("Só existe o que meus sentidos percebem"). Esta filosofia é vista como uma tentativa para embasar uma teoria coerente de uma formação social puramente no fato das impressões por si, a partir da tese de que as impressões sensoriais são suficientes para o homem agir em sentido de preservar sua própria vida, e construir toda sua filosofia política a partir desse imperativo.
Hobbes ainda escreveu muitos outros livros falando sobre filosofia política e outros assuntos, oferecendo uma descrição da natureza humana como cooperação em interesse próprio. Foi contemporâneo de Descartes e escreveu uma das respostas para a obra Meditações sobre filosofia primeira, deste último.

Contrato Social: John Locke
“Locke, tal como Hobbes, vai-se questionar como vivia o homem antes da instauração de um poder político, acabando por caracterizar o estado de natureza como um estado relativamente pacífico em que o homem (racional) observa a lei natural. Segundo Locke, a única finalidade para o homem renunciar a viver no estado de natureza é a preservação da sua propriedade (bens).” – JUANA INÊS PONTES (WEBFÓLIA – ENSINO DA FILOSOFIA)
John Locke (29 de agosto de 1632 — 28 de outubro de 1704), médico, filósofo inglês e ideólogo do liberalismo, é considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do Contrato social. O modelo de Locke é, em sua estrutura, semelhante ao de Hobbes, entretanto, os dois autores tiram conclusões completamente diferentes no que concerne ao modo como nos submetemos a esse Estado Civil, nossa função nele e como se dá o estabelecimento do contrato. Ambos iniciam seu pensamento focando num estado de natureza, que, através do contrato social, vai se tornar o estado civil.
É grande a diferença de Hobbes para Locke no modo como esses três componentes são entendidos. Para Locke, o estado de natureza não foi um período histórico, mas é uma situação a qual pode existir independentemente do tempo. O estado de natureza se dá quando uma comunidade encontra-se sem uma autoridade superior ou relação de submissão. Logo, o Estado para Locke tem uma função muito diferente daquele que é idealizado por Hobbes. Enquanto este verifica no Estado o único ente capaz de coibir a natureza humana e dar coesão ao Estado sob a égide da figura absoluta, o Estado lockeano é apenas o guardião, que apenas centraliza as funções administrativas. O contrato social para Locke surge de duas características fundamentais: a confiança e o consentimento. Para Locke, os indivíduos de uma comunidade política consentem a uma administração com a função de centralizar a poder público. Uma vez que esse consentimento é dado, cabe ao governante retribuir essa delegação de poderes dada agindo de forma a garantir os direitos individuais, assegurar segurança jurídica, assegurar o direito a propriedade privada (vale ressaltar que para Locke, a propriedade privada não é só, de fato, terra ou imóveis, mas tudo que é produzido com o seu trabalho e esforço, ou do que é produzido pelas suas posses nesta mesma relação) a esse indivíduo, sendo efetivado para aprofundar ainda mais os direitos naturais, dados por Deus, que o indivíduo já possuía no estado natural. É nessa relação que vemos uma das principais diferenças no contrato entre Hobbes e Locke. Diferente do estado absoluto de Hobbes, que deve ter em seu governante a absoluta confiança e não questioná-lo jamais, para Locke essa relação funciona de maneira distinta. Uma vez que a relação estado-indivíduo é baseada em uma relação de consentimento e confiança é totalmente possível que se o governante quebre a confiança, agindo por má-fé ou não garantindo os direitos individuais, a segurança jurídica e a propriedade privada ou ainda não garantindo os direitos naturais, que uma vez dados por Deus seria impossível alguém cerceá-los, o povo se revolte e o destitua do cargo. É um pensamento inédito já que na filosofia política corrente à época, jamais se poderia questionar o poder do governante uma vez que foi dado por Deus. É na justificativa que uma vez o governante não respeitando os direitos naturais dados por Deus era dever de o povo questionar o poder e rebelar-se. Passada a fase de estabelecimento do contrato, o estado civil deve ser marcado pela distinção entre executivo e legislativo, com predomínio do segundo e com a garantia que os direitos naturais seriam preservados.


Contrato Social: Jean-Jacques Rousseau
Jean-Jacques Rousseau tinha uma visão diferente sobre o contrato social; para ele, o homem nasceria bom, mas a sociedade lhe corromperia. E também da mesma forma, ele nasceria livre, mas por toda parte se encontrava acorrentado por valores da sociedade que lhe colocaria restrições à sua própria vontade. O indivíduo ficaria escravo da sociedade, que iria lhe impor valores como o da aparência, do orgulho, do reconhecimento e da vaidade.
O estado de natureza do homem para Rousseau era de liberdade e cheio de cuidado e de amor de si, mas isso era apenas uma hipótese. Para ele, o homem era movido pelo cuidado próprio e pela compaixão. Ele fazia de tudo para manter seu corpo provido de todas as coisas que lhe são necessárias, pelo amor que tem por si mesmo; além de ser capaz de se compadecer do próximo.
Mas para Rousseau a ruindade do homem começa pela civilização, onde a propriedade privada tomou sua posição e tornou o homem competitivo e individualista. Com o ajuntamento de bens o homem perdeu a compaixão e a piedade, passando a pensar somente em si e em seus interesses, enchendo-se de egoísmo.
Com isso, Rousseau acreditava na importância de um contrato social, pois os homens, depois de terem perdido sua liberdade natural (no seu estado de natureza), necessitariam ganhar em troca a liberdade civil, sendo esse contrato uma forma para isso. O povo seria agente do processo de elaboração das leis e de cumprimento destas, compreendendo que obedecer a lei que se escreve para si mesmo seria um ato de liberdade. O próprio povo seria os governantes do estado, e isso mesmo seria uma condição para sua liberdade.



Conclusão:
Então, Hobbes falava que o homem era livre, podia fazer o que quisesse sem nada que o impedisse, sem governo, sem regras. O homem era egoísta só vivia para ele e a partir daí entra o estado de guerra, surgiu então a necessidade de criar um contrato que as pessoas teriam que se unir abdicando de suas "liberdades" primitivas para que um líder, no caso o estado absoluto para Hobbes. Comande o esse estado, e nele possa assegurar paz e proteção para a população, o estado para Hobbes é a figura do Leviatã que representa o estado inquestionável e absoluto, e que ninguém pode estar acima. (Raquel Coutinho)
Por fim, para Locke após termos o estado de natureza em que se há liberdade e igualdade surge o contrato social que passa a existir a partir do momento em que temos a confiança e o consentimento (“... para ele há um estado de natureza e só depois de um contrato social entre os homens é que vem o estado social, político.”), todos são iguais devendo ser permitido agir livremente desde que não prejudique a nenhum outro, desse modo, ele era totalmente contra o absolutismo e apoiava o estado liberal.(Bárbara Falqueto)
Rousseau acreditava que através do contrato social o homem ganharia sua liberdade civil, por meio de um estado em que o próprio povo tivesse participação na elaboração de leis e no cumprimento delas. Através disso, os homens concordariam entre si e obedeceriam ao que eles próprios estabeleceram. (Kalynne Praxedes)
  Referências:

- Thomas Hobbes: Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Hobbes - Acesso em: 15/06/2012.
- John Locke: Artigo: Contrato Social: John Locke e o Segundo tratado sobre o governo civil (1690) – Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Contrato_social#John_Locke_e_o_Segundo_tratado_sobre_o_governo_civil_.281690.29 – Acesso em: 17/06/2012 Artigo: John Locke – Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Locke - Acesso em: 17/06/2012. Artigo: Teoria Contratualista John Locke – Webfólio -Ensino da Filosofia. - http://webphilos.com/2011/03/18/teoria-contratualista-john-locke/ - Acesso em: 17/06/2012.

Artigo: John Locke – Deu a Louca na Lulu: Filosofando e Sociologizando - http://deualoucanalulu.blogspot.com.br/2012/05/john-locke.html - Acesso em: 17/06/2012.
- Jean-Jacques Rousseau: Artigo: Rousseau e o Contrato Social – Brasil Escola – http://www.brasilescola.com/sociologia/rousseau-contrato-social.htm - Acesso em: 16/06/2012.

domingo, 17 de junho de 2012

Trabalho de Matemática - Jogo Resta Um.

O “Resta Um” é um quebra-cabeça bastante antigo, mas ainda é muito u tilizado quando se quer testar o raciocínio lógico. O objetivo deste jogo é, através de movimentos válidos, deixar apenas uma peça no tabuleiro, de preferência, no centro do mesmo. No início do jogo, há 32 peças no tabuleiro, deixando vazia a posição central. Um movimento consiste em pegar uma peça e fazê-la “saltar” sobre outra peça, sempre na horizontal ou na vertical, terminando em um espaço vazio. A peça que foi “saltada” é retirada do tabuleiro. O jogo termina quando não é possível mover mais a peças.


Relação com a matemática: um dos procedimentos simples são: vá testando a divisibilidade do número por cada um dos números primos, iniciando em 2, até que a divisão tenha resto zero ou que o quociente seja menor ou igual aos números primos que se está testando o divisor.

Grupo: Dállet Isla, Fernanda Moraes, Marina Monteiro, Milton Araújo e Natália Monteiro.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Caixa mágica


GRUPO:
ANNA VICTORIA
ANDRÈ MEDEIROS
ANDRÈIA BATISTA
DANIELLE SILVA
DEISIANE ABREU
FERNANDA COUTINHO
JOZIBERTO MAIA

quarta-feira, 13 de junho de 2012


Jogo Sudoku


Relação com a matemática
    O problema geral de solucionar enigmas Sudoku em tabuleiros n2 x n2  de blocos  é conhecido como NP-completo. Isto dá algumas indicações de porque o Sudoku é difícil de resolver. Contudo, em tabuleiros de tamanhos finitos o problema é finito e pode ser solucionado através de um autômato finito probabilístico que conhece toda a árvore do jogo. Solucionar enigmas Sudoku (assim como qualquer outro problema NP-difícil) pode ser expresso como um problema de preenchimento gráfico de cores. O objetivo do enigma em sua forma padrão é construir gráfico apropriado de nove colorações, informando parcialmente as nove colorações. O gráfico em questão tem 81 vértices, uma interpolação em cada célula da grade. Os vértices podem ser rotulados com os pares ordenados , onde x e y são números inteiros entre 1 e 9.

Sobre o jogo
    O Sudoku é um jogo de lógica interessante para se treinar o cérebro, pois é necessário criar e utilizar estratégias para colocar os números faltantes numa tabela 9x9. O posicionamento dos números deve levar em conta algumas regras, o que vai depender do estilo do Sudoku que está sendo jogado. Os estilos de Sudoku mais famosos são: o normal, o Mini Sudoku, o Cross Sum Sudoku, o Killer Sudoku, o Hyper Sudoku e o Sudoku Desigual.

Estratégias
. O número mais utilizado
    Uma maneira fácil de resolver Sudoku é ter conhecimento de umas estratégias (técnicas). É por isso que listaremos e explicaremos, de maneira simplificada, algumas estratégias de resolução. É importante ressaltar que as estratégias devem ser utilizadas ao mesmo tempo para obter melhores resultados.
. Número escondidos
    Esta técnica é um pouco mais avançada. Ele exige que você marque os possíveis números que podem ocupar cada uma das posições de uma coluna, uma linha ou subgrupo 3x3. A partir disso, podemos ter algumas situações: 
. Caso apareça duas posições que apresentem exatamente duas possibilidades e elas sejam iguais (exemplo: numa linha qualquer, o primeiro e o quarto quadrado tem como possibilidades apenas os números 3 e 7), isso permite que esses dois números sejam removidos das possibilidades do “grupo” analisado (linha, coluna ou subgrupo);
. A situação de cima também vale para três posições que apresentem exatamente três possibilidades iguais.

 História
    O puzzle foi projetado por Howard Garns, um arquiteto aposentado de 74 anos de idade e construtor independente de puzzles, baseando-se, provavelmente, no quadrado latino, uma construção matemática criada pelo suíço Leonhard Euler no século XVIII. Garns adicionou ao quadrado latino apresentou sua nova criação como uma grade parcialmente preenchida onde o solucionador deveria preencher os demais quadros vazios. As primeiras publicações do sudoku ocorreram nos Estados Unidos no final dos anos 1970 na revista norte-americana Math Puzzles and Logic Problems, da editora Dell Magazines, especializada em desafios e quebra-cabeças. A editora deu ao jogo o nome de Number Place, que é usado até hoje nos Estados Unidos.
    Em 1984, a Nikoli, maior empresa japonesa de quebra-cabeças, descobriu o jogo e decidiu levá-lo àquele país. O nome Sudoku é a abreviação japonesa para a longa frase,suuji wa dokushin ni kagiru que significa os dígitos devem permanecer únicos; e é uma marca registrada da Nikoli. Em japonês a palavra é pronunciada [sɯːdokɯ], em português pronuncia-se sudoku. Em 1986, depois de alguns aperfeiçoamentos no nível de dificuldade e na distribuição dos números, o sudoku tornou-se um dos jogos mais vendidos do Japão, onde os jogos numéricos são mais populares que palavras-cruzadas e caça-palavras, que não funcionam muito bem na língua japonesa. Outras editoras japonesas que lançaram o produto referem-se ao jogo como colocando os números, ou como "Nanpure". Algumas editoras não japonesas soletram o título como "Su Doku".
     Apesar de toda a popularidade no Japão, o sudoku não conseguiu atrair a mesma atenção no Ocidente até o fim de 2004, quando Wayne Gould - um juiz aposentado de Hong Kong, que também era fã de quebra-cabeças e programador de computador - viajou a Londres para convencer os editores do The Times a publicar o sudoku. Gould havia criado um programa de computador que gerava jogos de sudoku com vários níveis de dificuldade e não estava cobrando nada por ele. O Times decidiu arriscar e no dia 12 de novembro de 2004 publicou seu primeiro sudoku.
    No Brasil, o Sudoku é publicado pelas Revistas Coquetel (Ediouro) desde o Setembro de 2005. Em Portugal, ele começou a ser publicado em Maio de 2005 pelo jornal Público e actualmente já existem muitas publicações portuguesas de formato bolso, como é o caso do Extreme Sudokus da Editora Momentos de Relax ou Super Sudokus da Editora JEA. Estão disponíveis no mercado brasileiro duas opções. A revista Sudoku (tamanho grande) e Sudoku de bolso, em formato mais portátil.



GRUPO: RAYSSA FERNANDES, EDSON FEITOSA, LUANNA KAROLYNE, ANNA PAULA MELO

Trabalho de Espanhol - Juegos Olimpicos.


La Olimpiada

Los anillos olímpicos

Qué representan?

Los anillos olímpicos son El principal símbolo de los juegos Olimpicos. Este símbolo está compuesto por 5 aros entrelazados de colores azul, negro, rojo, amarillo y verde. Estos anillos representan las 5 partes Del mundo que se han unido AL Olimpismo y que han aceptado competir sanamente: América, Europa, Ásia, África y Oceania.

Los Mascotes

 
El comité organizador de los Juegos Olímpicos y Paralímpicos de Londres en 2012, mostró ahora las dos mascotas oficiales del evento: Wenlock y Mandeville.
De acuerdo con el presidente del comité, Sebastian Coe, "animales domésticos están hechos de dos gotas de una viga de acero que está en el estadio olímpico."

Los Juegos Olimpicos 2012

Los juegos se disputarán em el verano de esse mismo año entre los dias 27 de Julio y 12 de agosto y la sede serán em la capital Del Reino Unido, Londres.

Organización

La organización Del evento estará a cargo de los entidades: El comitê organizador y La oficina de proyectos de las Olimpiadas. El comitê organizador ES El responsable de su planificación, asi como de La recaudación de los fondos necesarios para llevarlo a cabo.

Grupo: Dállet Isla, Fernanda Moraes, Luana Karolyne, Sandy Silva, Rayssa Fernandes.

TRABALHO DE MATEMÁTICA DO PROF° CHARLES


Trabalho de matemática
Grupo: Tatiele Acosta e Ane Caroline
Prof° Charles Albert
Série: 2° ano

XADREZ

Xadrez é um jogo de tabuleiro de natureza recreativa e competitiva para dois jogadores, sendo também conhecido como Xadrez Ocidental ou Xadrez Internacional para distingui-lo dos seus predecessores e de outras variantes da atualidade. A forma atual do jogo surgiu no Sudoeste da Europa na segunda metade do século XV, durante o Renascimento, depois de ter evoluído de suas antigas origens persas e indianas. O Xadrez pertence à mesma família do Xiangqi e do Shogi e, atualmente segundo os historiadores do enxadrismo, todos eles se originaram do Chaturanga, que se praticava na Índia no século VI d.C.

Regras: Durante uma partida de xadrez, cada enxadrista controla dezesseis peças que podem ser de cor clara ou escura (normalmente brancas e negras), sendo que as brancas devem sempre fazer o primeiro lance. São necessários um tabuleiro com oito fileiras e oito colunas composto por sessenta e quatro casas (sendo metade claras e metade escuras, alternadamente) e um relógio de xadrez que é opcional para disputas não oficiais. Para que o tabuleiro fique corretamente posicionado antes de cada partida, cada enxadrista deve ter um quadrado claro à sua direita. 
No transcorrer da partida, quando o rei de um enxadrista é diretamente atacado por uma peça inimiga, é dito que o rei está em xeque. Nesta posição, o enxadrista tem que mover o rei para fora de perigo, capturar a peça adversária que está efetuando o xeque ou bloquear o ataque com uma de suas próprias peças, sendo que esta última opção não é possível se a peça atacante for um cavalo, pois tal peça pode saltar sobre as peças adversárias. O objetivo do jogo é dar xeque-mate ao adversário, o que ocorre quando o rei oponente se encontra em xeque e nenhum lance de fuga, defesa ou ataque pode ser realizado para anular o xeque. Neste caso, ou a peça é capturada (ou tomada) pelo adversário ou o concorrente perdedor tomba o rei, como sinal de desistência.
Estudos Matemáticos: O xadrez também se mostra muito interessante do ponto de vista matemático. Diversos problemas de natureza combinatória e topológica ligados ao enxadrismo são conhecidos e foram estudados nas últimas centenas de anos. Em 1913, Ernst Zermelo utilizou estes estudos como à base de sua Teoria dos Jogos Estratégicos, que é considerada como um dos predecessores da Teoria dos Jogos.
O desafio mais importante da matemática ligada ao enxadrismo foi o desenvolvimento de algoritmos que possibilitassem que uma máquina pudesse jogar xadrez. A ideia de criar tal máquina data do século XVIII. Por volta do ano de 1769, o autômato enxadrista conhecido como O Turco tornou-se famoso na Europa. Neste caso, o Turco era apenas uma fraude engenhosa e suas pretensas habilidades como exímio enxadrista eram proporcionadas por um anão, que escondido dentro de suas engrenagens, operava o braço mecânico do autômato com perfeição.
Estima-se que o número de posições legais de peças sobre o tabuleiro de xadrez está situado entre as potências de 1043 e 1050 com uma árvore de complexidade de aproximadamente 10123. A árvore de complexidade do xadrez foi determinada pela primeira vez pelo matemático norte-americano Claude Shannon, uma grandeza hoje conhecida como o Número de Shannon. É possível se ter uma ideia aproximada do escopo deste número sabendo-se que, como comparação, o número de átomos no Universo é estimado em 1079, ou seja, o número de lances possíveis excede em muito o número de átomos presentes no universo conhecido.

Trabalho De inglês - Jackeline



Aluna: Augusta Karolayne 
Série: 1º ano Médio

                                Trabalho de Inglês

                      
        Provérbios com mesma tradução

           Inglês
           Português
- All good things must come to an end .
-Tudo o que é bom, dura pouco. 
- Bad things never come singly. 

-Desgraça pouca é bobagem. 
- closed mouth catches no flies.

-Em boca fechada não entra mosquito. 
- An eye for an eye and a tooth for a tooth.
-Olho por olho, dente por dente .
- One swallow does not make a summer.
-Uma andorinha só não faz verão.


          Provérbios com tradução diferente

            Inglês
            Português
- Better lose the saddle than the horse.

Tradução que usam:
-Vão-se os anéis mas ficam os dedos.  

-Tradução correta:

Melhor perder a sela do que o cavalo.
-Every dog has his day.

Tradução que usam:
-Um dia da caça outro do caçador. 

Tradução correta:

Todo cão tem seu dia.
-Better be safe than sorry. 

Tradução que usam:
- Seguro morreu de velho. 

Tradução correta:

Melhor prevenir do que remediar.
- Where there's a will, there's a way.

Tradução que usam :
 Querer é poder .

Tradução correta:

Onde há uma vontade, há um caminho.
-Opportunity makes thieves. 

Tradução que usam:
.A ocasião faz o ladrão. 

Tradução correta:

Oportunidade faz o ladrão.