domingo, 16 de setembro de 2012

COOPERATIVAS SOSTENIBLE


La importancia de las cooperativas en el desarrollo sostenible


 En los últimos años hemos asistido a una gran transformación de la sociedad como consecuencia de cambios socio-económicos que han influido, por un lado, en la aparición de nuevas actividades económicas (Nuevos Yacimientos de Empleo) que cubran las nuevas necesidades sociales sin comprometer las de las generaciones futuras y, por otro, en el florecimiento de valores en la sociedad que reclaman un comportamiento socialmente responsable (Responsabilidad Social Corporativa) por parte de las empresas que contribuya a conseguir un desarrollo económico, social y medioambiental,  sostenible y responsable.

 En este contexto, el objetivo del artículo es poner de relieve la importancia de las sociedades cooperativas como medio para contribuir al desarrollo sostenible, en la medida que su actividad se fundamenta en la utilización de recursos endógenos de la zona, por su naturaleza económico-social son apropiadas para el lanzamiento de las actividades de Nuevos Yacimientos de Empleo como generadoras de empleo, y funcionan de forma socialmente responsable, conforme a unos valores y principios cooperativos.

 Como hemos puesto de manifiesto las sociedades cooperativas son importantes para el desarrollo rural ya que contribuyen de forma activa a la viabilidad económica de las zonas rurales, incluidas las regiones menos favorecidas, siendo una importante fuente de trabajo directo e indirecto.




Aluna: Luanna  Karolyne 

sábado, 15 de setembro de 2012

Trabalho de Geografia: Transposição do rio São Francisco


O Rio São Francisco nasce geograficamente no município de Medeiros-MG, mas sua nascente histórica encontra-se na Serra da Canastra em Minas Gerais e, depois de passar por Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, tem cerca de 2,7 mil km de extensão e deságua no Oceano Atlântico entre Alagoas e Sergipe.
A transposição seria a solução para o grande problema que o país apresenta, a grave seca no Nordeste, pois distribuiria água a 390 municípios dos estados beneficiados- uma população de 12 milhões de nordestinos. A transposição está dividida em dois eixos: norte e leste. O norte apresenta extensão de um percurso de aproximadamente 400 km onde levará água para os sertões de Pernambuco, Paraíba, Ceará e rio Grande do Norte, alimentando 4 rios, três sub-bacias do São Francisco (Brígida, Terra Nova e Pajeú) e mais dois açudes: Entre Montes e Chapéu. Já o eixo leste, terá em torno de 220 km apenas abastecendo parte do sertão e as regiões do agreste de Pernambuco e da Paraíba, depois de passar nas bacias do Pajeú, Moxotó e da região agreste de Pernambuco.

O Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) relatou 44 impactos ambientais previstos devido à obra. Destes 23 foram considerados os principais. São eles:
Impactos Positivos:
1.     Aumento da água disponível e diminuição da perda devido aos reservatórios.
2.     Geração de cinco mil empregos durante a construção da obra (quatro anos), sobretudo nas cidades onde serão implantados os canteiros de obras. Entretanto, ao término das obras, não haverá um impacto significativo em termos de geração de empregos.
3.     Aumento a renda e o comércio das regiões atingidas. Durante a obra, haverá grande incremento no comércio e renda nas cidades que abrigarão os canteiros de obra. A longo prazo, a elevação do emprego e renda virão da agricultura irrigada e da indústria que serão conseqüência da transposição.
4.     Abastecimento de até 12,4 milhões de pessoas das cidades, através de sistemas de abastecimento urbano já implantados, em implantação ou em planejamento pelas autoridades locais.
5.     Abastecimento rural com água de boa qualidade. O projeto prevê a construção de chafarizes públicos em 400 localidades urbanas do sertão inseridas na região do projeto que não possuem sistema de abastecimento adequado.
6.     Redução de problemas trazidos pela seca, como a escassez de alimentos, baixa produtividade no campo e desemprego rural. 340 mil pessoas seriam beneficiadas, sobretudo na Bacia do Piranhas-Açu (39%) e na bacia do Jaguaribe (29%).
7.     Irrigação de áreas abandonadas e criação de novas fronteiras agrícolas. Pode-se viabilizar, de acordo os estudos realizados, aproximadamente, 161.500 hectares, em 2025, sendo 24400 hectares para irrigação difusa ao longo dos canais e 137.100 hectares.para irrigação planejada.
8.     A qualidade da água dos rios e açudes das regiões receptoras será beneficiada com as águas do São Francisco.
9.     A oferta de água irá ajudar a fixar cerca de 400 mil pessoas no campo.
10. Redução de doenças e óbitos gerados pelo consumo de água contaminada ou pela falta de água. Estima-se que baixará em cerca de 14.000 o número de internações provocadas por doenças de associação hídrica no ano de 2025 de uma previsão de 53 mil na ausência do projeto.
11. Redução da pressão na infra-estrutura de saúde devido à diminuição dos casos de das doenças trazidas pelas águas impróprias.

Impactos negativos:
1.     Perda do emprego da população nas regiões desapropriadas e dos trabalhadores ao término das obras.
2.     Modificação nos ecossistemas dos rios da região receptora, alterando a população de plantas e animais aquáticos. A criação de ambientes aquáticos distintos dos existentes, a alteração dos volumes de água nos rios receptores promoverá uma seleção das espécies. Peixes e outros organismos aquáticos são importantes na reconstrução da história biogeográfica das bacias hidrográficas. A alteração dos ecossistemas pode impactar no conhecimento da história da região.
3.     Risco de redução da biodiversidade das comunidades biológicas aquáticas nativas nas bacias receptoras. A seleção entre as espécies exóticas e nativas das regiões receptoras pode impactar na redução de espécies nativas.
4.     Introdução de tensões e riscos sociais durante a fase de obra. No início das obras, prevê-se a perda de emprego e renda nas áreas rurais devido às desapropriações, a remoção da população das regiões onde passarão os canais, imigração para as cidades em busca de emprego nas obras. Ao término da obra, a dispensa de trabalhadores podem ser focos de conflito.
5.     A desapropriação das terras e o êxodo das regiões atingidas alterará o modo de vida e os laços comunitários de parentesco e compadrio, que são muito importantes para enfrentar as condições precárias de vida de muitas comunidades.
6.     Circulação de trabalhadores por terras indígenas de duas etnias: Truká e Pipirã, gerando interferências indesejáveis.
7.     Pressão na infra-estrutura urbana nas cidades que irão receber os trabalhadores, aumentando a demanda por moradia e serviços de saúde. O aumento do nível dos reservatórios pode provocar doenças relacionadas à água, como dengue e esquistossomose. O contato com os operários das obras podem aumentar os casos de doenças sexualmente transmissíveis.
8.     A região do projeto possui muitos sítios arqueológicos, colocando-os em risco de perda deste patrimônio devido às escavações, nas áreas a serem inundadas pelos reservatórios e no curso dos rios cujo volume será aumentado.
9.     Desmatamento de 430 hectares de terra com flora nativa e possível desaparecimento do habitat de animais terrestres habitantes destas regiões. As espécies da flora mais relevantes são Caatinga Arbórea e a Caatinga Arbustiva Densa.
10. Introdução de espécies de peixe prejudiciais ao homem na região, como piranhas e pirambelas, que se alimentam de outros peixes e se reproduzem em água parada.
11. A diminuição dos volumes dos açudes provocará a redução biodiversidade de peixes.
12. Alguns rios não têm capacidade para receber o volume de água projetado, inundando os riachos paralelos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Redação (Reportagem) - Roberto Lauria



Grupo: Aline Laurindo, Augusta Karolayne, Flávia Borba, Gabriella Costa, Helton Herculano, Luan Matheus e Sandy Da Silva.

Série: 1º ano Médio

Faixa de pedestres (Reportagem) - Trabalho de Redação



Equipe: Dállet Isla, Fernanda Moraes, Marina Monteiro e Milton Araujo.

El año de las cooperativas - Las Mujeres Cooperativas

El año de Las Cooperativas

 

Las Mujeres Cooperativas




Alunas: Dállet Isla e Fernanda Moraes. 1º ano.

Trabalho sobre oxidação noa alimentos


Grupo: André Medeiros
           Andréia Batista
           Anna Victória
           Daniele Silva
           Deisiane Abreu
           Fernanda Coutinho
           Jenifer Gomes
           Joziberto Maia
2º ano

Oxidação nos Alimentos
A Oxidação é um processo químico constante em todos os organismos incluindo o nosso.
Trata-se de uma reação em que um primeiro componente cede elétrons, hidrogênio e energia a um segundo componente.
Os resultados são facilmente visíveis, quando, por exemplo, se descasca uma pêra ou maça e a deixamos ao ar durante algum tempo, ela adquire uma cor amarelo acastanhada progressivamente mais escura e rapidamente se deteriora iniciando a putrefação.
        
A medida da energia obtida pela oxidação dos alimentos, depende da quantidade de calorias. Para se saber de quantas calorias por dia uma pessoa precisa, vai depender dos fatores como a idade, altura, peso, o chamado IMC. Para evitar a oxidação dos alimentos, deve manter em local adequado de acordo com cada tipo. Ao abrir não utilize a embalagem de industrialização, coloque em uma vasilha de plástico ou vidro, se não tiver tampa, envolva o alimento em um papel filme e conserve sempre resfriado. Dependendo do tipo de alimento. Isso conservará bem o alimento por mais tempo.