quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Conexões: Aborto - Trabalho de Biologia


O Aborto mata cerca de 250 mulheres por ano no Brasil, de acordo com o site Último Segundo. Com base na legislação, o aborto é um problema quase exclusivo das classes menos favorecidas, pois “quem tem dinheiro faz com um médico seguro, quem não tem vai para uma clínica de “fundo de quintal” ou parte para a auto-agressão.” Sendo assim, a maioria dos casos são realizados em clínicas clandestinas.

Foram feitas estimativas no Brasil com mulheres hospitalizadas devido a complicações provenientes de abortos estimando cerca de 1,5 milhões por ano. “Cálculos do Ministério da Saúde, por sua vez, revelam que 3,7 milhões de mulheres entre 15 e 49 anos induziram aborto (7,2% do total de mulheres em idade reprodutiva). Estimativas de 2001 indicam que 10% das gestações acabam em aborto, que se constitui na quarta causa de óbito materno no país, vitimando 9,4 de cada 100 mil gestantes.” – segundo o site Ciência Hoje.

O programa de planejamento familiar, quem em 2008 teve o slogan “Se cuide, filho não é brincadeira” busca informar e dar direito às mulheres de hoje sobre como evitar uma gravidez indesejada. O ministério da saúde recomenda os seguintes métodos anticoncepcionais: métodos comportamentais (Billings, Tabela, Temperatura e Sintotérmico); métodos de barreira (Camisinha masculina e feminina, Diafragma e Espermaticida); dispositivo intra-uterino (DIU); anticoncepcionais hormonais orais (pílula) e injetáveis; métodos cirúrgicos (laqueadura e vasectomia) utilizados para a esterilização definitiva. Fazendo com que as mulheres tenham acesso aos métodos contraceptivos, disponibilizando-os pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo eles: Cartelas de Pílulas, ampolas de injetáveis, unidades de DIU e diafragmas.  

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Trabalho de Literatura: Poesia (2° Geração Modernista)

QI Intermares
Profª Taciane Feitosa
Aluno: Joziberto Maia Nunes
Série: 2° ano
Assunto: Poesia (2° Geração Modernista)


Trabalho de Literatura - Ane Caroline, 2° Ano

Trabalho Literatura - Arcadismo - Taciane - 1º ano

http://www.youtube.com/watch?v=nkl1Fi1R1Gw&feature=youtu.be

                          Alice Nayara

Trabalho de Geografia - Professor: Lins. Tema: O avanço da medicina no crescimento populacional


 O avanço da medicina no crescimento populacional
       


       Um rápido aumento populacional no planeta foi percebido, passou de 1 bilhão de habitantes, no século 19, para os atuais 7 bilhões.
            Arqueólogo e historiador, autor de 17 livros sobre as relações do homem com o meio ambiente, Van der Leeuw diz que o aumento populacional abrupto começou há cerca de 200 anos com a Revolução Industrial: “De repente, a energia se tornou disponível tão facilmente que nos permitiu introduzir todos os tipos de invenções. Para manter nosso PIB crescendo, inventamos mais e mais e trouxemos mais pessoas para o sistema. Criamos todos os tipos de avanços na saúde e, automaticamente, a demografia se tornou, de fato, uma consequência não intencional do sistema”, explica o professor.
            Existe o incrível impacto da medicina, que mudou nossa expectativa de vida. As pessoas hoje vivem até os 94 anos, em vez de 62 anos. As descobertas da medicina (descoberta de novas vacinas, curas e tratamentos de doenças, métodos de prevenções, entre outros) foram fundamentais para aumentar a expectativa de vida. Mas a medicina tanto pode diminuir, como no caso dos anticoncepcionais, como pode aumentar como na medicina pré-natal, diminuindo a mortalidade infantil ou consertando os problemas de infertilidade.


Aluna: Natália Sobral Monteiro


Trabalho Literatura - Taciane - Edson Feitosa - 1ºano

http://www.youtube.com/watch?v=MdyXPJMOZsE&feature=youtu.be

Trabalho Geografia - Lins - 1ºano-EDSON FEITOSA

                                                                 Teoria Mauduziana
  

   A teoria criada por Tomas Robert Malthus (1766-1834), economista e demógrafo inglês, e que ganhou o nome de “Malthusianismo” foi a primeira teoria populacional a relacionar o crescimento da população com a fome, afirmando a tendência do crescimento populacional em progressão geométrica, e do crescimento da oferta de alimentos em progressão aritmética.Durante os séculos XVIII e XIX houve um acentuado crescimento demográfico devido à consolidação do capitalismo e à Revolução Industrial que proporcionou a elevação da produção de alimentos nos países em processo de industrialização diminuindo a taxa de mortalidade (principalmente na Europa e nos EUA). Isto fez com que os índices de crescimento da população subissem provocando discussões que culminariam em diversas teorias sobre o crescimento populacional, destacando-se o malthusianismo.
Lançada sob o título “Ensaio sobre o princípio de população e seus efeitos sobre o aperfeiçoamento futuro da sociedade, com observações sobre as especulações de Mr. Godwin, Mr. Condorcet e outros autores”, a teoria de Malthus caracteriza-se pelo grande pessismo em relação ao crescimento populacional.
Malthus acreditava que o crescimento demográfico iria ultrapassar a capacidade produtiva da terra gerando fome e miséria.
Segundo Malthus, as únicas formas de evitar que isso acontecesse seria reduzindo a taxa de natalidade através da proibição de que casais muito jovens tivessem filhos, do controle da quantidade de filhos por família nos países pobres, do aumento do preço dos alimentos e da redução dos salários para forçar as populações mais pobres a ter menos filhos.
Entretanto, Malthus argumentava que a alta taxa de mortalidade e fecundidade seriam praticamente impossíveis de reduzir uma vez que eram conseqüências de fatores fora do alcance da intervenção humana. Por isso, ele defendia que desastres como a fome, a epidemia e a guerra eram benéficas no sentido de serem um controle para o crescimento populacional.
Dentre os que se opunham à teoria de Malthus destacou-se Jean-Antonio Nicholas Caritat, o Marquês de Condorcet (1743-1794). Ele acreditava que as altas taxas de mortalidade e fecundidade registradas na época eram devidas à ignorância, às superstições e ao preconceito e que apenas “as luzes da razão” seriam capazes de reverter essa situação. Sua teoria, publicada entre 1793 e 1974, se intitulava “Esboço de um quadro histórico dos progressos do espírito humano” e, ao contrário de Malthus, apresentava uma visão bastante positiva do progresso humano.


                                                    Edson Feitosa