sábado, 29 de setembro de 2012

Trabalho de História - Guerra de Canudos

QI Intermares
2° ano
Profº Sergio
Grupo:André Medeiros
         Andréia Batista
         Anna Victória
         Daniele Santos
         Deisiane Abreu
         Fernanda Coutinho
         Jenifer Sampaio
         Joziberto Maia


                                           A Guerra de Canudos

     A Guerra de Canudos significou a luta e resistência das populações marginalizadas do sertão nordestino no final do século XIX. Embora derrotados, mostraram que não aceitavam a situação de injustiça social que reinava na região.

Situação do Nordeste no final do século XIX (contexto histórico)

- Fome: Desemprego e baixíssimo rendimento das famílias deixavam muitos sem ter o que comer;
- Seca: A região do agreste ficava muitos meses e até anos sem receber chuvas. Este fator dificultava a agricultura e matava o gado;
- Falta de apoio político: Os governantes e políticos da região não davam a mínima atenção para as populações carentes;
- Violência: Era comum a existência de grupos armados que trabalhavam para latifundiários. Estes espalhavam a violência pela região;
- Desemprego: Grande parte da população pobre estava sem emprego em função da seca e da falta de oportunidades em outras áreas da economia;
- Fanatismo religioso: Era comum a existência de beatos que arrebanhavam seguidores prometendo uma vida melhor.

Dados da Guerra de Canudos

- Período: de novembro de 1896 a outubro de 1897;
- Local: interior do sertão da Bahia;
- Envolvidos: de um lado os habitantes do Arraial de Canudos (jagunços, sertanejos pobres e miseráveis, fanáticos religiosos) liderados pelo beato Antônio Conselheiro. Do outro lado as tropas do governo da Bahia com apoio de militares enviados pelo governo federal.

Causas da Guerra

     O governo da Bahia, com apoio dos latifundiários, não concordavam com o fato dos habitantes de Canudos não pagarem impostos e viverem sem seguir as leis estabelecidas. Afirmavam também que Antônio Conselheiro defendia a volta da Monarquia.

   Por outro lado, Antônio Conselheiro defendia o fim da cobrança dos impostos e era contrário ao casamento civil. Ele afirma ser um enviado de Deus que deveria liderar o movimento contra as diferenças e injustiças sociais. Era também um crítico do sistema republicano, como ele funcionava no período.

Os conflitos militares

    Nas três primeiras tentativas das tropas governistas em combater o arraial de Canudos nenhuma foi bem sucedida. Os sertanejos e jagunços se armaram e resistiram com força contra os militares. Na quarta tentativa, o governo da Bahia solicitou apoio das tropas federais. Militares de várias regiões do Brasil, usando armas pesadas, foram enviados para o sertão baiano. Massacraram os habitantes do arraial de Canudos de forma brutal e até injusta. Crianças, mulheres e idosos foram mortos sem piedade. Antônio Conselheiro foi assassinado em 22 de setembro de 1897.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Trabalho de História - Guerra de Canudos


A guerra de canudos foi uma das mais importantes revoltas sociais da primeira república, no qual aconteceu no estado da Bahia no final do século XIX, época marcada por extrema decadência nas condições de vida social, precariedade, caracterizada pela fome, seca, miséria e entre outros fatores. A união desses fatores com o fanatismo religioso desenvolveu a tal revolta que durou em torno de um ano (1896-1897), a guerra de canudos.

O movimento foi liderado por Antonio Conselheiro, onde acreditava que ele tinha sido enviado por Deus para acabar com as desigualdades sociais e as perversidades da República. Então, Conselheiro fundou em 1893, uma comunidade, chamada pelos opositores de “Canudos”, às margens do Rio Vaza-Barris, onde sertanejos, jagunços e suas famílias começaram a migrar para lá com a ideia de acabar com a extrema pobreza em que eles viviam.

Com o tempo a comunidade começou a ser vista como uma ameaça aos grandes senhores de terra e políticos, pelo fato da comunidade não se sujeitar ao mando dos representantes do governo republicano, instalado na época. Representantes religiosos atacavam a comunidade, dizendo que os seguidores de Antonio Conselheiro eram apegados a heresia e à depravação. Já os políticos e latifundiários alegavam que Conselheiro era monarquista e liderava um movimento contra o governo, para derrubar o mesmo do comando do Brasil.

Sendo assim, os habitantes de Canudos optaram por organizar milícias armadas para que eles estivessem preparados para uma reação contrária vinda dos coronéis, que viam o movimento que não parava de crescer, e da Igreja Católica, que estava perdendo grande parte de seus fiéis. Os padres e coronéis, por sua vez, pressionavam o governador da Bahia a tomar providências urgentes, porque eles queriam dar fim a Canudos.

Três empreitadas militares foram instituídas, e vencidas pelos seguidores de Antônio Conselheiro, e o Governo Federal tomou o comando. E houve então a formação de uma quarta expedição organizada por Carlos Bittencourt, com cerca de 10 mil homens, comandada por Artur Costa. Eles apoderaram-se de Canudos e promoveram um terrível massacre, em que morreram uma grande quantidade de inocentes que só estimavam melhores condições de vida. E este foi o fim que levou a Comunidade de Canudos, em 5 de outubro de 1897, sendo considerado o mais intenso massacre da história.


Bibliografia:

Trab História/Sérgio 3° ano médio

Professor: Sérgio
3° ano médio
Grupo: Aracely Coutinho, Brunna Yara, Felipe Borba, Tatiana Ariela, Nathália Costa, Thainá Lacerda, Mateus Henrique, Kelner Lucas, Paulo Henrique, Sandyerlly Paz


Antônio Conselheiro

Conhecido por Antônio Conselheiro, Antônio Vicente Mendes Maciel nasceu no interior do Ceará, no ano de 1830. Foi professor, comerciante e advogado. Passou a vagar pelos sertões do Nordeste desde que foi abandonado pela sua esposa. Em 1893, chegou em Canudos, onde se tornou líder e conseguiu milhares de seguidores.
Defendia que a república – que tinha sido instalada a pouco tempo – era anti-Cristo, levando em conta que o governo eleito seria uma profanação da Igreja Católica. Acreditava também que as cobranças de impostos feitas de forma violenta,o casamento civil e a separação entre Igreja e Estado era a maior prova do ‘fim do mundo.’

Guerra de Canudos

Fome, seca, miséria, violência e abandono político, esses eram os problemas enfrentados pelos nordestinos no final do século XIX, sendo os mais afetados os mais carentes. O governo precisava de verba para poder pôr em prática todos os planos. E para isso cobrava impostos sob violência no interior do estado.
Então, em 1896, foi iniciado um conflito civil no sertão da Bahia, entre o Exército Brasileiro e integrantes de um movimento popular sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro, que era um beato que dizia acreditar que foi enviado por Deus, para acabar com as diferenças sociais, assim como casamento civil e cobrança de impostos.
Com seu discurso convincente, Conselheiro conseguiu reunir um número considerável de seguidores, que acreditam que ele seria a solução da extrema pobreza em que viviam. Arraial de Canudos era uma pequena aldeia ao redor da Fazenda Canudos. Com a chegada de Conselheiro, o número de habitantes cresceu consideravelmente chegando a 25 mil.
O movimento tomou uma proporção tão grande, que o governo baiano já não conseguia mais controlar a revolta, e pediu ajuda a República, que teve problemas pra controlar os adeptos. Rumores foram criados afirmando que Conselheiro estava se preparando para atacar as cidades vizinhas rumo à capital para depor o governo republicano e instalar novamente a monarquia. A partir dessa possibilidade – sem nenhuma comprovação – o exército foi mandado a Canudos três vezes e todas saíram de lá derrotados. O que gerou um verdadeiro terror. Então o exército se armou fortemente e ganharam a quarta batalha, resultando na destruição total de Canudos.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Trabalho de História
Professor:Sergio
Aluno:Nícolas Braga

o Belo Monte surge com a situação de estrema miséria do sertão nordestino,
com seu lider messianico Antonio conselheiro se auto profeta como
lider enviado por Deus contra a republica considerada o demonio causador das diversas
brigas internas da época assim querendo uma reustauração da monarquia.
Com isso gerou revolta da elites brasileiras numa longa e sangrenta guerra
que durou quase 1 ano,onde foi divulgada pelo jornalista euclides da cunha
pelo livro de os sertoes,que representou um momento de luta de importan-
cia de luta social na história do Brasil.


Trabalho de Espanhol

Prof*:Cristiana
Aluno:Nícolas

as mujeres cooperativistas se preparan para el Año Internacional de las Cooperativas

Más de 250 mujeres de 6 países se reunieron en El Salvador en el marco del III Congreso de Mujeres Cooperativistas convocado por FEDECACES.

El evento se desarrolló entre el 21 y 22 de mayo en la ciudad de San Salvador y contó con representantes del país anfitrión más Honduras, Nicaragua, Perú, Colombia y Costa Rica que afirmaron "nos preparamos para el año 2012 Año Internacional de las Cooperativas" discutiendo e intercambiando sobre el tema "Incidencia y Democracia participativa de la Mujer".

La actividad fue organizada por FEDECACES, la Fundación Asesores para el Desarrollo, Seguros Futuro y contó con el apoyo y colaboración de la ACI-Américas en el marco del Proyecto “Incidencia, Gobernabilidad y Desarrollo Cooperativo” apoyado por el Centro Cooperativo Sueco (SCC). Tanto la ACI-Américas como el SCC impulsan en la región el tema de incidencia cooperativa y acciones de proyección de las mujeres cooperativistas.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

trabalho de ingles - aluna: Aline laurindo-primeiro ano


Trabalho de Gramática


Trabalho p/ o Blog - Gramática - Prof. Carlos Henrique
Alunas: Tatiele Acosta e Ane Caroline, 2° Ano
Assunto: Crase

Esta frase: “À partir de R$ 1,85/hora no pacote promocional”
Está errada, porque não se usa crase antes de verbo, então a letra a antes de partir é só uma preposição.

Esta frase: “Ciclista a direita”
Está errada, como regra da gramática, nesta frase é obrigatório usar a crase, porém, é uma locução adverbial feminina, que neste caso seria “à direita”.