domingo, 14 de abril de 2013

Trabalho de Inglês: Academy Awards

Professora: Jackeline

Trabalho de: Thainá da Silva Farias

Oscar 2013

Categoria: Filme Estrangeiro

Indicados:
Amor (Amour) (Áustria)
No (Chile)
Rebelle ( War witch) (Canadá)
O amante da rainha ("A Royal Affair") (Dinamarca)
Expedição Kon Tiki (Kon-tiki) (Noruega)
Ganhador: Amor (Aústria)












quarta-feira, 10 de abril de 2013

Empreendedorismo: Uma história sobre Endomarketing



Equipe:
Bárbara Falqueto
Daniele Silva
Fernanda Coutinho
Jenifer Sampaio
Kalynne Praxedes
Raquel Coutinho

3° ano - Médio

terça-feira, 9 de abril de 2013

Trabalho de História: Preconceito Social



Equipe: Bárbara Falqueto
            Jenifer Sampaio
            Kalynne Praxedes
            Raquel Coutinho

terça-feira, 2 de abril de 2013

Trabalho de Biologia: Respiração Aeróbica

Disciplina: Biologia – Professor: Augusto
Grupo: Bárbara Falqueto, Daniele Silva, Fernanda Coutinho, Kalynne Praxedes, Jenifer Sampaio e Raquel Coutinho.


1-  Glicólise:

A glicólise constitui uma sequência de reações que causam a degradação da glicose catalisada por enzimas livres de citosol. Nela a glicose é oxidada e produz duas moléculas de ATP, duas moléculas de piruvato e dois equivalentes reduzidos de NADH+ que posteriormente serão introduzidos na fermentação ou na cadeia respiratória. A glicólise originalmente possui seis átomos de carbono e o resultado da divisão são duas moléculas de piruvato cada uma com três átomos de carbono. Na primeira etapa ocorre a ativação para as reações subsequentes onde a glicose é fosforilada em C-6 para liberar a glicose-6-fosfato. Na segunda reação, a glicose-6-fosfato é catalisada pela enzima glicosefosfato-isomerase e é convertida num processo de isomerização reversível em frutose-6-fosfato. Já na terceira, a célula investe outra molécula de ATP para fosforilar a frutose-6-fosfato e convertê-la em frutose-1,6-bisfosfato. Na quarta, a frutose-1,6-difosfato é quebrada para liberar duas trioses fosfato diferentes, o gliceraldeído-3-fosfato (uma aldose), e a dihidroxiacetona fosfato (uma cetose). A quinta fase é onde ocorre a conversão da dihidroxiacetona fosfato em gliceraldeído-3-fosfato, e a sexta reação é catalisada pela enzima Triose fosfato desidrogenase, e acontece a oxidação de cada gliceraldeído-3-fosfato pelo NAD+ (e o NAD+ passa a NADH) e a fosforilação por um fosfato inorgânico, dando origem a 1,3-Bifosfoglicerato. Na sétima etapa a enzima fosfogliceratoquinase transfere o grupo fosfato de alta energia do grupo carboxila do 1,3-biofosfoglicerato para o ADP, formando ATP e 3-fosfoglicerato. A oitava é onde a enzima fosfoglicerato mutase catalisa a transferência reversível do grupo fosfato entre C-2 e C-3 do glicerato (O íon Mg+2 é essencial) e na fase nove o 2-fosfoglicerato é desidratado formando uma molécula de água e fosfoenolpiruvato (PEP). Na décima e última reação há transferência do grupo fosfato do fosfoenolpiruvato para uma molécula de ADP, formando-se então uma molécula de ATP e piruvato. E já que por cada molécula de gliceraldeído-3-fosfato produz-se duas moléculas de ATP, na glicólise são produzidos ao todo quatro ATPs e gastos dois. Sendo assim, por cada molécula de glicose há o saldo energético de duas moléculas de ATP e 2NADH.


2-  Ciclo de Krebs

Ciclo de Krebs ou tricarboxílico é uma série de reações químicas que ocorrem na célula e em seu metabolismo, esse ciclo é uma das fases da respiração celular, onde se dar na matriz mitocondrial dos organismos aeróbios. Composto por oito etapas convertidas enzimaticamente. O ciclo se inicia com o Acetil-CoA substância originada na glicólise utilizando o piruvato para sua produção, mistura-se ao ácido oxalacético originando o ácido cítrico com 6 carbonos este ácido sofre várias transformações, que dará origem a um composto de 5 carbonos. Enquanto o ciclo acontece, são liberados elétrons e prótons de hidrogênio que são capturados por substâncias aceptoras, onde elas irão participar do próximo estágio da respiração celular e destinados as mitocôndriais, onde irá ocorrer a produção de ATPs e a cadeia respiratória.




 3-  Cadeia Respiratória

A cadeira respiratória ocorre na membrana interna da mitocôndria. A membrana interna da mitocôndria é cheio de curvas, essas curvas são chamadas de cristas mitocondriais. São nelas que ocorrem a cadeia respiratória. Ao decorrer da cadeia, há liberação de energia, á medida que os elétrons passam de um transportador para o outro. Esta energia se dessipa sobre a forma de calor utilizada na síntese de moléculas ATP. A molécula FADH2 permite apenas a síntese de duas moléculas de ATP. No final da cadeia transportadora, os elétrons são transferidos para um aceitador final, que é o oxigênio. O oxigênio capta dois prótons H+, formando uma molécula de água.







segunda-feira, 1 de abril de 2013

Toyotismo - Professor Lins


Toyotismo

          O Toyotismo foi criado no Japão, após a Segunda Guerra Mundial. Ele diz respeito a um sistema de organização voltado para a produção de mercadorias.
O nome Toyotismo tem origem devido a fábrica Toyota, onde o sistema foi aplicado.

        Nos anos 50, o Japão estava arrasado por um período pós-guerra, foi quando o engenheiro japonês Eiji Toyota passou alguns meses em Detroit conhecendo a indústria automobilística americana (fordista), onde o fluxo normal é produzir primeiro e vender depois quando já obtinham grandes estoques. Toyota ficou impressionado com as gigantescas fábricas, a quantidade de estoques, o tamanho dos espaços disponíveis nas fábricas e o alto número de funcionários. Para ele, seu país não teria condições de desenvolver uma forma semelhante de produção.
       Na procura de soluções para esse encaminhamento, Toyota e seu especialista em produção Taichi Ohno, iniciaram um processo de desenvolvimento de mudanças na produção. Introduziram técnicas onde fosse possível alterar as máquinas rapidamente durante a produção, para ampliar a oferta e a variedade  de produtos, pois para eles era onde se concentrava a maior fonte de lucro. Obtiveram excelentes resultados com essa ideia e ela passou a ser a essência do modelo japonês de produção.
       O espaço para armazenamento da produção era outro obstáculo para os japoneses, por isso, as mercadorias deveriam ter giro rápido, e a eliminação de estoques, ainda que parecesse impossível, estava nos projetos de Toyota. A partir de então, regras criteriosas foram incorporadas gradativamente à produção, caracterizando o que passou chamar toyotismo, Partiram do princípio de que qualquer elemento que não agregasse valor ao produto, deveria ser eliminado, pois era considerado desperdício e classificaram o desperdício em sete tipos principais: tempo que se perdia para consertos ou refugo, produção maior do que o necessário, ou antes, do tempo necessário, operações desnecessárias no processo de manufatura, transporte, estoque, movimento humano e espera.   
       Os trabalhadores desse sistema são qualificados, treinados e educados, conhecendo todos os processos de produção. A mão de obra é multifuncional e bem qualificada.

     A partir do princípio acima citado, planejou-se um modelo de produção composto por: automatização, just-in-time, trabalho em equipe, flexibilização da mão-de-obra, gestão participativa, controle de qualidade e subcontratação.

Grupo: 
Flávia Borba
Gabriella Costa
Ana Lúcia Fernandes
Guilherme Augusto
Iago Santos
Luana Pinheiro