terça-feira, 4 de setembro de 2012

Trabalho de matemática - 1º ano - Professora: Janeide



1) (UDESC 2009)
Sejam x, y, z números reais tais que a seqüência (x, 1, y, 1/4, z) forma, nesta ordem, uma progressão aritmética, então o valor da soma x + y + z é:






Trabalho de Redação - 3º ano (RESUMO DO SEMINÁRIO)


Na última sexta feira (31/08/12) apresentamos no seminário, alguns aspectos sobre a prova de redação da UFPB/UEPB, foram pesquisados como era elaborada a prova, os critérios de  correção, as competências de cada tipo de texto. Abordamos assuntos de extrema importância para a aprovação dos candidatos na prova de redação das universidades. E falamos também sobre os temas que poderão cair na prova de redação.

Grupo de Nathalia.

Postado por Álef, não tive acesso ao nome dos outros integrantes do grupo.

Trabalho de Redação - Entrevista com um Médico.


·        Como está a saúde em João Pessoa?

R= A cada dia, percebemos o quanto a Saúde está melhorando apesar das limitações, e João Pessoa, está se tornando um centro de referencia em algumas áreas de Saúde porém, ainda há muito a ser feito!

·        Como é a formação de médico em João Pessoa?

R=  O profissional de saúde, no mínimo, precisa ter uma grade curricular de 05anos, fora a especialidade dentro da área que gostaria de atuar no mínimo, mais dois anos, quer dizer, 07 anos de estudo no mínimo.

·         Qual a importância das novas tecnologias em seu trabalho?

R= Para conseguir um diagnostico mais preciso e um trabalho eficaz sem duvida a tecnologia auxilia e muito o trabalho na saúde, por isto, da sua grande importância.

·        Quais os investimentos necessários para melhorar a saúde?

R= Qualificação profissional, investimentos na infraestrutura e equipamentos mínimos para garantir um melhor atendimento, e abertura de novos centros de Saúde para diminuir a superlotação dos postos.

·         Qual a relação entre o SUS e o plano de saúde?

R= O SUS já é um plano de Saúde, e apesar das suas limitações, é o melhor plano de Saúde, pois, oferece todas as especialidades e não é cobrada nenhuma taxa ao usuário, diferentemente dos planos de Saúde, onde é preciso ter um pagamento para receber seu atendimento médico. Embora, ambas se completam quando necessário, devido a acertos entre Governo e Operadores de Saúde.

CONCLUSÃO :
·         Portanto, chegamos ao um encerramento tirando bastante duvidas e tirando uma conclusão, que a saúde em João Pessoa cada dia mais está melhorando e tendo profissionais trabalhando em suas áreas, dando um atendimento melhor a cada cidadão e com ajuda da tecnologia, auxilia em bastantes áreas da saúde com grande importância para as pessoas.


Grupo : Alice Nayara H. Lima
             Natália Monteiro Sobral
             Gabryelle Vieira Evaristo
             Ana Paula Elias 
             Edson Feitosa
             Rayssa Fernandes
             Luanna Karolyne

TRABALHO DE QUIMICA/ PROF. HUGO


TRABALHO DE QUÍMICA – PROF.° HUGO
QI INTERMARES
ALUNAS: TATIELE ACOSTA E ANE CAROLINE, 2° ANO

As primeiras pilhas inventadas
Pilha elétrica, célula galvânica, pilha galvânica ou ainda pilha voltaica é um dispositivo que utiliza reações de óxido-redução para converter energia química em energia elétrica. A reação química utilizada será sempre espontânea.
Neste dispositivo, têm-se dois eletrodos que são constituídos geralmente de metais diferentes, que fornecem a superfície na qual ocorrem as reações de oxidação e redução. Estes eletrodos são postos em dois compartimentos separados, imersos por sua vez em um meio contendo íons em concentrações conhecidas e separadas por uma placa ou membrana porosa, podendo ser composta por argila não-vitrificada, porcelana ou outros materiais. As duas metades desta célula eletroquímica são chamadas de compartimentos e têm por finalidade separar os dois reagentes participantes da reação de óxido-redução, do contrário, os elétrons seriam transferidos diretamente do agente redutor para o agente oxidante. Finalmente, os dois eletrodos são conectados por um circuito elétrico, localizado fora da célula, denominado circuito externo, garantindo o fluxo de elétrons entre os eletrodos.
As pilhas não devem ser confundidas com as baterias. Enquanto a primeira apenas converte energia química a elétrica, a segunda faz a interconversão entre energia química e elétrica.
É importante saber que na pilha, os elétrons fluem do ânodo para o cátodo, sendo que o sentido da corrente elétrica, frequentemente utilizado na física, se dá do cátodo para o ânodo.
Pilha de VOLTA















A história da pilha tem um começo muito interessante que não tem nada a ver com a química ou a física. Tudo começou numa aula de anatomia na Universidade de Bolonha, na Itália. Era o ano de 1767 e os alunos observavam atentos enquanto o professor Luigi Galvani retirava a pele de um sapo para mostrar o processo de dissecação.

    De repente, ele tomou um susto ao ver que o sapo morto se mexera. Como bom cientista, ele não acreditava em sapos fantasmas e resolveu investigar por que aquilo acontecia. Então concluiu que o bisturi de aço e a bancada de zinco haviam produzido uma corrente elétrica que contraíra os músculos do sapo. Depois ele escreveu um livro sobre o assunto, mas a questão não parece ter ido muito além desse ponto.

    Coube ao seu inimigo acadêmico Alessandro Volta, um professor de física da Universidade de Pádua, o aperfeiçoamento da descoberta. Pesquisando mais sobre o assunto, Volta descobriu a origem da eletricidade atmosférica e inventou o eletróforo e o condensador. Ele também percebeu, a partir das experiências de Galvani, que dois metais  diferentes mergulhados em ácido sulfúrico produzem corrente elétricas, e assim surgiu o elemento voltaico, ou volt, que teve esse nome em sua homenagem.

      Foi desse modo que, em 1800, Volta produziu a primeira pilha elétrica do mundo. Ela era composta de uma série de discos de prata e zinco, colocados em pares e intercalados com folhas de papelão  saturadas em água e sal. A corrente era produzida  quando o disco de prata do todo se conectava com um arame ao disco de zinco que ficava embaixo.

 

Pilha de DANIELL


A pilha de Daniell é constituída de uma placa de Zinco (Zn)  em uma solução de ZnSO4 e uma placa de Cobre (Cu) em uma solução de CuSO4. As duas soluções são ligadas por uma ponte salina, ou por uma parede porosa.

Sentido dos elétrons
Os elétrons circulam do eletrodo de maior potencial de oxidação para o de menor potencial de oxidação. No caso da pilha de Daniell os elétrons vão do zinco para o cobre.

Pólos da pilha
Pólo positivo – o de menor potencial de oxidação – Cu.
Pólo negativo – o de maior potencial de oxidação – Zn.

Cátodo e Ânodo
Cátado – placa de menor potencial de oxidação – Cu. Onde ocorre redução.
Ânodo – placa de maior potencial de oxidação – Zn. Onde ocorre oxidação.

Variação de massa nas placas
Placa de maior potencial de oxidação – diminui – Zn.
Placa de menor potencial de oxidação – aumenta – Cu.

Equação global da pilha
Zn(s) + Cu(aq)+2  Zn(aq)+2 + Cu


Pilha de LECLANCHÉ




A pilha de Leclanché é a precursora das modernas pilhas secas de uso tão diversificado. Dão voltagem de 1,5V, e são extensivamente usadas em lanternas, rádios portáteis, gravadores, brinquedos, flashes, campainhas... 


O líquido do elemento de pilha de Leclanché é uma solução aquosa de cloreto de amônio. O elétrodo positivo é constituído por uma placa de carvão colocada dentro de um vaso poroso de porcelana cercada de uma massa negra formada por uma mistura de pó de carvão e dióxido de magnésio; o elétrodo negativo é uma vara de zinco. O despolarizante deste elemento de pilha é o dióxido de magnésio.

Trabalho de Redação - Roberto Lauria


Grupo:Aline Laurindo, Augusta Karolayne, Flávia Borba, Gabriella Costa, Helton Herculano, Luan Matheus e Sandy Silva.
Série: 1º Ano Médio
Tema:Entrevista 


O nosso entrevistado de hoje é o Dr.André Telis de Vilela, cirurgião cardiovascular e pós-graduando (doutorado) em Medicina Baseada em Evidências na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).  André é formado em Medicina pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) em 2004. Ele fez residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Santa Marcelina, residência em cirurgia cardiovascular na UNIFESP, é membro associado da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV) e cirurgião cardiovascular da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
                                                      



  1. André, em quais hospitais você trabalha em João Pessoa?

Atualmente trabalho no HU da Ufpb como cirurgião cardíaco e preceptor da residência. Trabalho no Arlinda Marques onde opero crianças com cardiopatia congênita. Trabalho também no hospital Dom Rodrigo como cirurgião e UFA, no Hospital da Unimed como intensivista.

  1. Qual a sua opinião sobre a saúde de nossa cidade?

Acho que temos que avançar em diversos aspectos, sobretudo quando se fala em termos de saúde pública. Temos bons hospitais e uma boa faculdade de medicina.

  1. Em quais aspectos você acha que João Pessoa deveria melhorar na área da saúde?

Ainda faltam políticas que permitam acesso a uma medicina de qualidade para todos.

  1. E sobre a tecnologia, você acha que João Pessoa está bem servida tecnologicamente nos hospitais?

Sim, mas ainda estamos longe de cidades como São Paulo e Recife. Mas estamos com bons profissionais que tentam com criatividade suprir essa deficiência

  1. Qual sua opinião sobre o SUS na capital?

Temos bons hospitais, temos bons serviços, mas infelizmente acesso ainda é limitado para os pacientes em termos de exames e procedimentos de alto custo. Certas patologias ainda são diagnosticadas muito tardiamente, acabam tendo tratamento dificultado por já serem diagnosticadas em estado mais avançado. Isso decorre do atraso com que as pessoas chegam ao especialista.

  1. O que você acha que deveria ser acrescentado na formação dos médicos?

Acho que deveria ser dada maior ênfase a pesquisa cientifica e questões saúde pública.

  1. Você que trabalha em São Paulo também, há muitas diferenças dos hospitais de lá para os de nossa cidade?

Sim... SP é o centro do país. Estamos ainda distantes da realidade de Sp.

  1. O que levou você a escolher a medicina, e a opção de ser cirurgião?

Sinceramente não sei exatamente o que me fez escolher, talvez o desafio, a vontarde ajudar, as oportunidades de trabalho e a remuneração. A cirurgia foi por questões de habilidade e interesse.

  1. Você é realizado profissionalmente?

Me sinto realizado, mas o preço é muito alto. Ser bom profissional exige entrega, deixa-se o maior para trás.


CRM: 5976
                                                                                                                         
Obrigado Dr.André por seus esclarecimentos e sua disponibilidade para responder nossas perguntas.
Portanto, podemos dizer que o Dr.André Telis de Vilela é apaixonado por sua profissão e a exerce com muita competência, vimos também que João Pessoa tem muito á  melhorar no aspecto de saúde, pois, existem muitas falhas na saúde pública da capital que deixa a desejar em vários aspectos em comparação á são Paulo e outras capitais do Brasil.

Trabalho de química - Hugo


Grupo: Aline Laurindo, Augusta Karolayne, Flávia Borba, Gabriella Costa, Helton Herculano, Luan Matheus e Sandy Silva.
Série: 1º ano Médio   
Tema: Gases da atmosfera e camada de ozônio


Gases de atmosfera

A atmosfera da Terra é uma mistura de nitrogênio (78%), oxigênio (21%) e pequenas proporções de outros gases, como o dióxido de carbono. Logo que o planeta se formou, no entanto, não existia oxigênio, apenas os gases do primitivo Sistema Solar.


A composição de gases que envolvem a Terra tornou possível a existência de toda espécie de vida, principalmente devido á ação do vapor de água, do gás carbônico e do ozônio, que formam uma fina camada, cujo papel é manter o equilíbrio térmico do planeta.

Composição da atmosfera:

Gás
Porcentagem
Partes por milhão
Nitrogênio
78,08
780.000
Oxigênio
20,95
209.460
Argônio
0,93
9.340
Dióxido de carbono
0,035
350
Neônio
0,0018
18
Hélio
0,00052
5,2
Metano
0,00014
1,4
Criptônio
0,00010
1,0
Óxido nitroso
0,00005
0,5
Hidrogênio
0,00005
0,5
Ozônio
0,000007
0,07
Xenônio
0,000009
0,09


                                       Camada de Ozônio
A camada de ozônio é uma espécie de capa composta por gás ozônio (O3), sendo responsável por filtrar cerca de 95% dos raios ultravioleta B (UVB) emitidos pelo Sol que atingem a Terra. Essa camada é de extrema importância para a manutenção da vida terrestre, pois caso ela não existisse, as plantas teriam sua capacidade de fotossíntese reduzida e os casos de câncer de pele, catarata e alergias aumentariam, além de afetar o sistema imunológico.















A degradação da camada de ozônio é um dos grandes problemas da atualidade. Esse fenômeno é conhecido como "buraco na camada de ozônio", no entanto, não ocorre a formação de buracos e sim a rarefação dessa camada, que fica mais fina, permitindo que uma maior quantidade de raios ultravioleta atinja a Terra.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Trabalho: Química - Maresia


A maresia é um fenômeno composto por uma fina camada, úmida e salgada que atua nas cidades litorâneas atingindo cadeiras de praia, carros e objetos de ferro em geral, corroendo aceleradamente tais materiais pela presença de sais em microgotículas (spray) de água do mar, essas microgotículas de água do mar contêm sais dissolvidos que vão para o ar com o movimento das ondas. Esses sais tem forte condutividade elétrica aumentando a produção da ferrugem.
“A corrosão que ocorre nos metais presentes nas regiões costeiras é acelerada pela concentração elevada de sais desses locais. Esses sais são provenientes da água do mar: toda vez que uma onda arrebenta na praia traz a maresia e as gotículas de água salgada se espalham por toda parte.”
“Os íons presentes na água do mar (Cloretos) formam uma ponte salina, possibilitando o fenômeno de oxirredução entre o oxigênio do ar e os metais expostos a esses ambientes.”